segunda-feira, 3 de junho de 2013



Caros visitantes:
Esse Blog tem um como objetivo específico.É resultado de um curso propiciado pelo estado:
MELHOR GESTÃO, MELHOR ENSINO. Tem como finalidade levar aos professores novas informações para aperfeiçoamento dos docentes RUMO A ERA TECNOLÓGICA. Foi oferecido a Rede aos professores de Língua Portuguesa e Matemática e tem como proposta estender as demais disciplinas.
SEJAM TODOS BEM VINDOS, COMPARTILHEM OS SABERES, APROVEITEM ESSE ESPAÇO QUE É NOSSO. EM ESPECIAL, OS MEMBROS DO GRUPO 05. Espero que possamos futuramente continuar a troca de figurinhas. Um bom curso a todos.
Maria Amilta de Jesus Pereira
Marilândia Ferreira Gonzalez
Matildes Maria de Jesus
Mayra Medeiros Martins Silva
Michel Grellet Vieira

Postagem de Matildes Maria de Jesus
Edson, a maior influência que tive em relação ao processo leitora / escritora foi com meu pai que era um excelente contador de romances da Literatura de Cordel. Dizia ser analfabeto por não ter ido a escola, no entanto, sabia de cor mais de cem romances e modas de violas, Nas noites estreladas , devido a falta de luz elétrica, ele aproveitava para por em prática o repertório. Todo mundo reunido em volta ao terraço no interior do Piauí, cada um mais curioso que o outro para ouvir as canções.Ele selecionava umas cinco,e a medida que ia cantando todos aplaudiam. Lembro-me que prestava muita atenção a toada, era incrível, pois mudava de canção para canção.Herdei dele o gosto pelo Cordel e ficava horas escrevendo os romances e pedindo para que repetisse.Após ia declamar pra minhas colegas. Não herdei porém, sua habilidade de exímio decorador, mas lembro de diversos romances.Quando nos reunimos, estamos sempre a recordar. O romance do "Pavão Misterioso" foi o que mais me chamou atenção. E pesquisando sobre o assunto, descobri que é um dos mais conhecidos. Escrito por José Camelo de Melo Resende que fala: o pavão do romance não é uma ave de verdade, mas uma máquina voadora em forma de pavão, utilizada por um rapaz para fugir com sua amada presa numa torre. Já a canção "Pavão Mysterioszo", escrita por Ednardo nos anos 70 e gravada por vários artistas da MPB, recuperou o clima mágico do folheto e fez com que ele voltasse a ser editado. Cito aqui a primeira estrofe do romance: eu vou contar a história/ do pavão Misterioso/ que levantou vôo na Grécia / com um rapaz corajoso / raptando uma condessa / filha de um conde orgulhoso. Como alfabetizadora na rede municipal, uso desses conhecimentos e já obtive progresso, no entanto, no estado, no Ensino Médio, eles falam que minha voz não é suave e que é muito careta, mesmo assim com sétimas e oitavas tive um melhor desempenho e repasso pra eles, toda a experiência obtida em relação a esse gênero, que ao meu ver, é encantador.
O que penso em relação á leitura
"Como leitores, descobrimos nossos próprios pensamentos e  nossa própria fala graças  ao
 pensamento e à fala de um outro". Esse relato é a fala da Marilena Chauí no seu blog da qual eu identifico em gênero, número e grau. Um exemplo concreto dessa lógica, pude constatar lendo as cartas que Olivia deixa para Eugênio no livro Olhai os lírios do Campo, do Érico Veríssimo. Percebo ainda que o  crescimento em relação a leitura e escrita evolui com a maturidade.É como se ao lêssemos, não fosse perceptível a plenitude de realização.  Estamos ultimamente muito ansiosos pela falta de leitura dos jovens.Precisamos dar embasamento diariamente, porém mais firmes que os resultados virão posteriormente. É como o ancião que plantava uma árvore quando foi abordado por um jovem perguntando para que plantar o fruto? Ele respondeu: outros colherão. Sem querer, fiz aqui uma contextualização do livro apontado com o texto que fala do ancião. Vamos avante! Nossos jovens futuramente poderão fazer ou não essas intertextualidades, contextualizações. O que precisa ficar claro, é que não atingiremos a totalidade.
Chega de FIlosofarrrrr por hoooooje...................